O primeiro impulso
Mário Adolfo cria o Coelhinho Neco e começa a levar seus desenhos para a redação.
Do garoto que desenhava no terreiro ao personagem que atravessou gerações, Curumim nasceu para defender a floresta e contar a cultura amazônica com orgulho.
Cada fase reforça a mesma missão: falar da Amazônia com alegria, coragem e responsabilidade.
Mário Adolfo cria o Coelhinho Neco e começa a levar seus desenhos para a redação.
No Jornal A Crítica, ele ganha espaço para desenhar semanalmente e afinar a identidade da obra.
O suplemento infantil pede um herói amazônico, e a resposta vem com um personagem único, publicado em 1º de maio.
A história segue em livros, escolas, eventos, palcos e no carinho de novas gerações.

Jornalista, cartunista e observador atento da vida em Manaus, Mário Adolfo construiu uma obra que mistura humor, afeto e consciência ambiental.
O Curumim nasceu do desejo de criar um personagem que falasse com a criança amazônica sem caricatura, celebrando floresta, cultura e pertencimento.
Entre jornais, livros, palcos e projetos educativos, o personagem segue como ponte entre cultura, imaginação e preservação ambiental.